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Prémio Bartolomeu de Gusmão celebra a capacidade inovadora dos portugueses

No passado dia 15 de novembro, treze empresas e personalidades portuguesas foram distinguidas com o Prémio Bartolomeu de Gusmão, uma iniciativa da Justiça que pretende celebrar a capacidade inovadora dos portugueses, nos domínios tecnológico e comercial, e sensibilizar para o papel da Propriedade Industrial na sociedade e na economia do país.
 
Nesta primeira edição, que decorreu em Lisboa e contou com a presença do Primeiro-Ministro e da Ministra da Justiça, assim como da Ministra da Modernização Administrativa de par com Secretários de Estado de diferentes áreas governativas, foram homenageadas figuras e entidades em cinco categorias – Inovação Tecnológica, Inovação nas Marcas e no Design, Internacionalização, Startups Inovadoras e Prémio de Excelência –, cuja aposta nos direitos de Propriedade Industrial teve um impacto significativo na vida quotidiana dos cidadãos.
 
Os homenageados foram seccionados por um júri com reconhecida competência no domínio da propriedade industrial, composto por António Campinos (Presidente do EPO), António Saraiva (Presidente da CIP), António Fontaínhas Fernandes (Presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas), Pedro Norton de Matos (Empreendedor) e Leonor Trindade (Presidente do INPI), cabendo ao Inspetor-geral da IGAC - Dr. Luis Silveira Botelho - entregue a distinção a um dos premiados.
 

Após a primeira edição, será anunciada a abertura à sociedade de candidaturas para o Prémio de 2020. Serão definidas categorias e os candidatos terão de submeter os seus projetos. Em todas as edições existirá um vencedor do Prémio de mérito e excelência na Propriedade Industrial que surge apenas da escolha do júri.